Dissociação. Ouvi esta palavra algures numa noticia na televisão, e confesso que fiquei curiosa em saber o que era.
O problema tem a haver com o facto de a dissociação em si ser um continuum(espaço de quatro dimensões) comportamental que se estende do simples ao grave e cada um de nós se encontra numa fase desse continuum.
O problema tem a haver com o facto de a dissociação em si ser um continuum(espaço de quatro dimensões) comportamental que se estende do simples ao grave e cada um de nós se encontra numa fase desse continuum.
A dissociação é um fenómeno normal, comum a todos nós. Sempre que nos deixamos absorver por uma actividade, a ponto de perdermos a noção do que se passa à nossa volta, encontramo-nos perante um estado de dissociação. Deixamos simplesmente de "ver" o que se passa à nossa volta e prestamos atenção ao que se passa na nossa cabeça. É um comportamento normal, comum a todas as pessoas. E, como em todos os comportamentos, há enormes variantes quanto à noção de "normal". Algumas pessoas têm dificuldade em dissociar, não se conseguem abstrair; outras dissociam, fácil e frequentemente.
É mais do que normal dissociar em situações de stress, para tentar afastar a dor ou as situações negativas, «pensando noutra coisa». Na verdade, este é, por regra, considerado um factor positivo. As pessoas que o conseguem, são, por regra, consideradas criativas, adaptáveis ou inteligentes. Acho que na minha opinião, a questão não é: dissocia ou não? ou então: Dissocia muitas vezes?, a pergunta é: em que ponto do continuum, a dissociação deixa de ser um recurso e uma ajuda para se tornar uma causa de inadaptação e distúrbio. Trata-se de uma questão de difícil resposta, pois este ponto não se situa no mesmo nível para toda a gente, e nem os estados de situação, mesmo no fim da linha, são negativos.
Penso que este post possa estar um pouco confuso. Mas na minha cabeça, é assim que se trata.
Acho, de facto, bastante curioso pois na verdade, dissociamos imensas vezes e a maior parte de nós não sabe sequer que nome se dá a este acto.
Acho, de facto, bastante curioso pois na verdade, dissociamos imensas vezes e a maior parte de nós não sabe sequer que nome se dá a este acto.
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