Acabamos por nos encontrar tão habituados a certa rotina, que acaba por se tornar tãooo difícil e estranho habituarmo-nos à nossa "nova" rotina. E isso é estranho. Para além de estranho, é incomodativo.
Estamos cientes de que as coisas foram alteradas, e de que o passado se tornou completamente diferente do nosso actual presente, mas no entanto, admitir que é altura de nos habituarmos a essa ideia é bastante complicado e confesso que acho ser bastante delicado.
Habituarmo-nos à presença de alguém que nos acompanha constantemente é muito espontâneo, nem nos damos conta de como essa tal presença se tornou constante no nosso presente. Aprendemos a lidar com tal alma, e damo-nos a conhecer aos poucos. Com a construção da confiança, acabamos por conhecer também a pessoa em questão. Ficamos a saber os seus segredos e os seus hábitos, as suas palavras e o seu silêncio, o seu auge (não por completo, porque fio-me bastante no facto de nunca chegar-mos a conhecer o auge de alguém) e o seu carácter, caminhos que são abertos pela confiança.
Depois de haver a tal chamada confiança (e agnição dos pontos que foram dados a conhecer), vem a noção da telepatia. Os dois sujeitos já se conhecem tão bem, que muitas das vezes não precisam sequer de falar. Conhecem-se ao ponto de, sem sequer ser necessário ouvir, quando estão mal pronunciarem-se antes da pessoa dizer como se sente, e quando estão em êxtase, reconhecem o motivo.
É tudo uma constante espontaneidade, que nem damos por conta o quanto nos envolvemos.
E depois, quando acabamos por ser empurrados para trás ? Quando nos tentam eliminar do presente e nos dão a entender de que não passou apenas de uma perda de tempo ? Irracional. Creio que seja algo egoísta, e sinceramente, torna-se um pouco indelicado. Com isso, vem a ideia de nos começar-mos a habituar à ideia de que a ausência de tal pessoa se tornará constante. Como é óbvio, não é tão espontâneo como habituarmo-nos à presença de alguém, pois o facto de deixar-mos alguém para trás, tem também as suas consequências, sendo uma delas as saudades. Ora essas, são tão ruins ! Quando mais queremos esquecer o sucedido no nosso passado, as saudades atacam de uma maneira tão ambiciosa que acaba por ser o que mais nos consome. E quando damos por nós, já estamos a desejar que o passado volte.
MAS: há que ser inteligente. Inteligência essa de nos mentalizar-mos a deixar para trás o sucedido. Há que ser ainda resistente e consistente, pois se não for com vontade, mais difícil ainda se tornará este processo.
Não afirmo que seja mau aprisionarmo-nos ao passado, mas afinal de contas: o que foi, já não volta.
Estamos cientes de que as coisas foram alteradas, e de que o passado se tornou completamente diferente do nosso actual presente, mas no entanto, admitir que é altura de nos habituarmos a essa ideia é bastante complicado e confesso que acho ser bastante delicado.
Habituarmo-nos à presença de alguém que nos acompanha constantemente é muito espontâneo, nem nos damos conta de como essa tal presença se tornou constante no nosso presente. Aprendemos a lidar com tal alma, e damo-nos a conhecer aos poucos. Com a construção da confiança, acabamos por conhecer também a pessoa em questão. Ficamos a saber os seus segredos e os seus hábitos, as suas palavras e o seu silêncio, o seu auge (não por completo, porque fio-me bastante no facto de nunca chegar-mos a conhecer o auge de alguém) e o seu carácter, caminhos que são abertos pela confiança.
Depois de haver a tal chamada confiança (e agnição dos pontos que foram dados a conhecer), vem a noção da telepatia. Os dois sujeitos já se conhecem tão bem, que muitas das vezes não precisam sequer de falar. Conhecem-se ao ponto de, sem sequer ser necessário ouvir, quando estão mal pronunciarem-se antes da pessoa dizer como se sente, e quando estão em êxtase, reconhecem o motivo.
É tudo uma constante espontaneidade, que nem damos por conta o quanto nos envolvemos.
E depois, quando acabamos por ser empurrados para trás ? Quando nos tentam eliminar do presente e nos dão a entender de que não passou apenas de uma perda de tempo ? Irracional. Creio que seja algo egoísta, e sinceramente, torna-se um pouco indelicado. Com isso, vem a ideia de nos começar-mos a habituar à ideia de que a ausência de tal pessoa se tornará constante. Como é óbvio, não é tão espontâneo como habituarmo-nos à presença de alguém, pois o facto de deixar-mos alguém para trás, tem também as suas consequências, sendo uma delas as saudades. Ora essas, são tão ruins ! Quando mais queremos esquecer o sucedido no nosso passado, as saudades atacam de uma maneira tão ambiciosa que acaba por ser o que mais nos consome. E quando damos por nós, já estamos a desejar que o passado volte.
MAS: há que ser inteligente. Inteligência essa de nos mentalizar-mos a deixar para trás o sucedido. Há que ser ainda resistente e consistente, pois se não for com vontade, mais difícil ainda se tornará este processo.
Não afirmo que seja mau aprisionarmo-nos ao passado, mas afinal de contas: o que foi, já não volta.

3 comentários:
Woow, está lindo o texto ! Juro que amei e concordo plenamenteeee com tudo o que disseste !
Amo-te muito (L)
Woow Obrigado mariana!
És sem duvida a mais simpática e a minha melhor seguidora!
hahaha mas ta assim ao bom?
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