Gosto de olhar para trás. Mais do que devia. Gosto de olhar para trás e pensar em como tudo tem mudado ao longos dos anos. Mas há sempre uma coisa que permanece. Tu e o teu amor. Mesmo que esteja mexido e remexido. Permanece sempre. E eu dou graças por isso, por te ter a meu lado ao fim destes anos.
Gosto de olhar para trás. Mais do que devia. E isso por vezes faz-me questionar as minhas escolhas. Como seria agora, se até hoje todas escolhas que fiz fossem as contrárias? Tu não estarias aqui. Eu não teria o teu amor e tu não terias o meu amor. Eu já não desejaria o teu toque, o teu beijo e a tua presença. Eu não sentiria a tua falta todas as vezes que tu tivesses que ir para longe de novo. Ou mesmo quando estivesses presente. Eu não saberia o que é ser feliz. Não saberia o que é amar alguém. Nem tão pouco o que é ter aquelas borboletas no estômago por cada vez que sei que vamos estar juntos. Não seria de todo feliz.
Gosto de olhar para trás. Mais do que devia. Mas é assim que sei que até hoje tomei todas as decisões acertadas. É assim que sei que ao teu lado sou mais feliz que nunca. É assim que sei que o nosso amor cresce de dia para dia, independentemente de todas as adversidades e de todos os obstáculos que já tivemos que ultrapassar. O que importa, no final de contas, é que ultrapassámos tudo juntos sem nunca pormos em causa o amor que nos une. Que possamos permanecer assim por muitos mais anos, juntos, completos e felizes!
Amo-te muito, e que isso nunca seja posto em causa.
Porque eu movo mundos e fundos para to provar.
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